terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Mulheres empreendedoras


O que uma publicitária, uma designer de sapatos e bolsas, uma produtora de modas e a dona de uma pedreira na Cordilheira dos Andes podem ter em comum? Apesar de atuarem em ramos diferentes, essas quatro mulheres empreendedoras conseguiram inovar suas carreiras buscando alternativas para se destacarem no mercado de trabalho. Entrevistamos Nádia Assad, Michèle Neyret, Silvia de Tommaso e Béia de Carvalho. As quatro participaram nesta semana de um evento que reuniu dezenas de mulheres executivas promovido pela consultora de negócios Maria do Carmo Marini e pela jornalista Claudia Reis. Conheça a história destas quatro empresárias:
Nádia Assad planeja a própria grife de roupas
Aos 31 anos, ela já trabalhou com grandes nomes da moda brasileira, como Reinaldo Lourenço e Valdemar Iodice. Também presta consultoria de moda para grandes celebridades e há exatamente um mês inaugurou uma boutique finíssima de roupas e vende peças exclusivas de grandes marcas brasileiras.
Apesar da carreira bem encaminhada, Nádia Assad se prepara para um salto. Todo o aprendizado neste meio deve ser posto em prática com a criação da própria grife assinada por ela. Mas o sonho ainda não tem data prevista para ser realizado. “Quero assinar minha marca e estou me preparando para isso. Estou me planejando, o processo ainda está em maturação e pode demorar um pouco”, afirma.
Sempre envolvida neste mundo fashion, Nádia estudou moda e desde a infância já acompanhava os pais, que são comerciantes do setor têxtil. Além de administrar sua loja, Nádia presta consultoria de moda gratuita à suas clientes. “A exclusividade, no entanto, são para poucas, que precisam marcar hora para ter atendimento personalizado”.
Nádia não revela o faturamento do negócio, mas afirma que em apenas um mês a boutique vai muito bem, obrigada. Para 2011, a empreendedora planeja quase que dobrar o tamanho de seu negócio.
Michèle Neyret vende sapatos exclusivos com a ajuda das redes sociais
A executiva Michèle Neyret estudou na França para prestar consultoria de imagem para homens e mulheres que querem repaginar o visual. Há 12 anos atuando nesse ramo, a empresária sempre tinha dificuldades de encontrar sapatos para calçar os pés de suas clientes. “Ou encontrava sapatos muito comuns ou então muito caros. Não dava para aliar exclusividade com bom preço”.
E foi aproveitando a deficiência do setor, que Michèle decidiu investir na própria grife de sapatos e bolsas. Há quatro anos, lançou a marca de sapatos e bolsas que leva seu nome. Os produtos de Michèle não são encontrados em nenhuma vitrine, mas sim na internet. Com a ajuda, principalmente, das redes sociais Orkut, Facebook e Twitter, ela vende sua marca e faz a entrega em domicílio para todo o Brasil e alguns países europeus.
A cada dois meses Michèle lança mini-coleções, com cerca de 20 peças. Os modelos são exclusivos e destinados para mulheres executivas. “Quando pensei em criar a marcar, tive a preocupação de produzir sapatos confortáveis, mas chiques”, afirma. Segundo ela, os sapatos são feitos em ateliês terceirizados, mas os desenhos são todos assinados por ela.
Michèle vende cerca de 60 peças por mês entre sapatos e bolsas, o preço médio de seus produtos é de R$ 500. Produção em massa para ela está fora de cogitação. Além da marca, a executiva continua atendendo homens e mulheres que querem melhorar a imagem. O valor pelo serviço gira em torno de R$ 5 mil.
Em 2011, a empresária planeja mais uma novidade: vai lançar uma linha voltada ao público mais jovem, que deve atender mulheres entre 20 e 30 anos.
Silvia De Tommaso, da construção civil a designer de joias
Há 25 anos atuando no ramo de construção civil, a empresária Silvia De Tommaso, dona de uma pedreira localizada na Cordilheira dos Andes e da loja de decoração Itaarte, decidiu inovar seus negócios aproveitando a mesma matéria-prima usada para decorar casas: as pedras. Ela começou a desenvolver joias.
A primeira coleção criada pela empresária foi lançada há dois anos e, de lá para cá, muitas peças foram desenvolvidas para atender mulheres que buscam exclusividade na hora de usar um adereço. “Percebi que o modelo do meu negócio poderia ser explorado de outras maneiras e que isso poderia trazer bons resultados”, afirmou.
Segundo Silvia, o novo negócio, apesar de ainda estar engatinhando, traz muito mais rentabilidade que o ramo de construção civil. As peças desenhadas pela própria empresária são comercializadas a partir de R$ 60, mas podem custar até R$ 15 mil.
As joias ficam expostas na mesma loja onde a executiva fecha seus negócios no ramo da construção civil. Silvia garante que não pretende abrir uma loja exclusiva para as joias, pois a ideia é mostrar ao público como é possível a diversificação de um negócio sem precisar sair dele.
Silvia não revela o quanto já faturou com o negócio, mas afirma que prefere não fazer muito alarde sobre ele. Mesmo assim, as joias da empresária estão prestes a chegar à China. Isso porque um grupo de chineses já demonstrou interesse em seu negócio e virão ao Brasil para conversar com ela.
Beia de Carvalho a publicitária que virou conselheira
Durante 25 anos, a publicitária Beia de Carvalho desempenhou a função de sócia da agência de publicidade TBWA, que recentemente foi comprada pela norte-americana LewLara.
Há três, no entanto,  Beia decidiu vender sua participação na agência e passou a prestar consultoria para empresas familiares que não estavam na "direção certa", segundo ela.
Sem o intuito de fazer criar um grande negócio, Beia passou a desenvolver workshops para ajudar empresários a planejarem e alavancarem seus negócios.
A iniciativa da publicitária deu certo e hoje Beia conta com uma equipe para ajudá-la nos encontros. "Essa área de planejamento sempre me encantou e é impressionante ver como as pessoas querem as coisas de imediato; mas os resultados quase nunca são de um dia para o outro", afirma.
Um dos workshops desenvolvidos por Beia leva do nome de "Five years from now", na tradução livre "daqui a cinco anos". O nome do workshop também é o nome da empresa criada pela publicitária, que já atendeu centenas de pessoas e tem entre seus clientes empresas como a Natura e o Colégio Pueri Domus.

Conheça a história de quatro empresárias que reinventaram suas carreiras em busca do sucesso

Beleza com toque masculino

Cresce o número de homens que investem em salões de beleza e clínicas de estética

Ainda bastante concentrado no público feminino, o mercado de estética desperta cada vez mais a atenção dos homens, que começam não só a procurar os serviços como também a investir no setor como empreendedores. De salões de beleza a clínicas de estética e emagrecimento, passando por redes de franquias especializadas em depilação, cresce a presença de homens no comando de negócios antes dominados quase que exclusivamente por mulheres.
Enrico Damasceno Montes é um exemplo de empresário que apostou no potencial do setor de estética, investiu em atendimento personalizado e hoje vê seu negócio consolidado. Quando se formou em publicidade há dez anos, percebeu na clínica de sua mãe uma oportunidade de mercado. Foi assim que surgiu em São Paulo a Garagem Estética Masculina, que atende exclusivamente homens.
Com um discreto ambiente retrô, a clínica oferece serviços como massagem, limpeza de pele, depilação e pedicure. Os métodos dos tratamentos de beleza oferecidos por Montes não diferem dos de outros centros de estética. O grande diferencial, conta ele, é a exclusividade do público, o que deixa os freqüentadores mais confortáveis.
“Temos clientes que vêm aqui para tingir o cabelo porque não se sentem à vontade em outros cabeleireiros. Depois de um certo tempo, eles se acostumam e quando percebem já estão fazendo serviços como depilação”, diz Montes.

A Garagem Estética Masculina - que hoje fatura cerca de R$ 1,5 milhão por ano e entrará no segmento de franquias - já foi alvo de desconfiança no início. “Muita gente não levava a sério o negócio, até que superamos o preconceito e o país ficou mais aberto aos homens que se cuidam”. Hoje, boa parte dos novos clientes chega à clínica graças à propaganda boca-a-boca. Mas, apesar disso, Montes ainda observa uma certa reserva dos clientes em dias de grande movimento. “Quando a clínica está cheia é muito estranho porque fica todo mundo quieto. Muitos homens que fazem o dia do noivo são trazidos para cá pelas próprias noivas”, afirma.
Redes de franquias chefiadas por homens
O cirurgião plástico Edson Ramuth é outro empreendedor que apostou no segmento. Quando abriu sua primeira clínica em 1987, ele não fazia ideia da procura por tratamentos estéticos. A demanda foi tão grande que deu origem ao Emagrecentro, hoje segunda maior rede de clínicas de estética do País. A empresa conta com 180 franquias espalhadas pelo Brasil e fatura aproximadamente R$ 45 milhões por ano. “Temos crescido cerca de 50% ao ano e esperamos inaugurar outras 90 unidades este ano”, afirma Ramuth, que parou de fazer cirurgias há 10 anos para se dedicar à administração do negócio.
Especializada nos tratamentos com fotodepilação (sistema que elimina os pelos por meio do calor da luz), a rede de franquias D’Pil é outra gigante do mercado de estética chefiada por um homem. Criada no final de 2009 por Danny Kabiljo e um sócio, a D’pil tem atualmente 315 unidades em quase todos os estados brasileiros e pretende alcançar a marca de 700 franqueados até o final do ano. “Trabalhei no varejo, na construção civil e com franquias. Quando pensei em entrar no ramo de estética, fiquei um tanto inseguro em relação a preconceitos. Mas, diante de um mercado tão promissor, resolvi arriscar. Hoje metade dos franqueados da rede são homens”, diz Kabiljo.
Com um método indolor e mais duradouro do que os convencionais, a fotodepilação agrada principalmente ao público masculino. “Homens são mais suscetíveis à dor, o que torna nosso método bastante atrativo”, afirma o empresário.
Mão-de-obra masculina é escassa
Apesar do aumento da presença dos homens nesse segmento, ainda é raro encontrá-los como funcionários nas clínicas. Giovani Balvedi, proprietário de oito franquias da Emagrecentro, revela que a baixa aceitação do público e a falta de mão-de-obra masculina especializada são os principais entraves para a contratação de homens. “O segmento de estética ainda está muito voltado para mulheres e a cultura do País não é aberta a homens esteticistas. Por isso, é difícil a contratação. Em minhas unidades, só há mulheres como funcionárias”, afirma.
Balvedi reconhece, entretanto, que a procura do público masculino pelos tratamentos vem aumentando cerca de 10% por ano. “Penso em desenvolver tratamentos específicos para o sexo masculino, já que o mercado está se expandindo. Também estamos procurando atender a classe média que é outro público em potencial”.
Mercado promissor
O ramo de beleza está entre os segmentos que mais cresceram no Brasil em 2010 – cerca de 16%, segundo a consultoria especializada Rizzo Franchise. Com um faturamento no ano passado de R$ 9,1 milhões (8,3% maior do que em 2009), o mercado de estética deve crescer 14,5% em 2011. “Hoje a sociedade tem cada vez menos preconceito contra homens que se cuidam, o que torna esse público altamente promissor”, afirma Alain Guetta, presidente da Associação Brasileira de Franchising no Rio de Janeiro (ABF-RJ).
Os bons resultados vão além do sucesso das clínicas de estética, atingindo também o mercado de produtos de beleza. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal (Abihpec), o setor no Brasil vem apresentando expansão da ordem de 10% ao ano, tendo faturado em 2009 aproximadamente R$ 21,7 bilhões na comercialização de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumaria.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Um banho de vigor

A água do mar faz maravilhas pela sáude: ativa o metabolismo , estimula os sitemas nervoso  e circulatório e melhora a capacidade respiratória.  Como?
A umidade do ar torna as secreções do organiso mais fluidas, aliviando, por exemplo, a sinusite.
A atmosfera marítima produz sensação de bem estar físico, relaxamento e bom humor.
Sem contar que, para manter o equilíbrio no vaivém das ondas, toda a musculatura corporal acaba sendo tonificada.
O banho frio ativa a circulação sanguínea, restaura  a saúde da pele, e a natação é um dos exercícios mais completos.

Tenha  MAIS EQUILÍBRIO,
antes de tomar banho de mar, lembre-se do protetor solar.
Não se exponha  ao sol após as 10 horas, evitando assim as manchas na pele!

Elas querem ficar bonita. E pagam por isso, claro

No verão, salões de beleza e clínicas de estética assistem movimento aumentar em até 30% e apostam em novidades

É um ritual: toda manhã, a engenheira Tatiana Martins dos Santos, 28 anos, lava o rosto e passa filtro solar tonalizante, que, além de proteger a pele, disfarça manchas e imperfeições. No corpo, passa creme de combate a celulite.
Antes de dormir, a cena se repete, desta vez com adstringente e creme anti-sinais no rosto e mais uma vez o creme para celulite no corpo.
Nos cabelos, além do shampoo, ela aplica uma máscara capilar hidratante e, a cada três meses, faz um procedimento conhecido como plástica capilar.
Uma vez por semana vai a um centro de estética fazer drenagem linfática. Além disso, já testou diversos tratamentos faciais e corporais.
Tatiana é um exemplo de consumidora de um mercado que se mostra em expansão: o dos tratamentos estéticos.
Ela assume ser vaidosa e não abre mão dos cuidados. “Gosto de me cuidar. Estou feliz com a minha aparência”, conta a engenheira.
Assim como Tatiana, muitas mulheres recorrem às clínicas de estética para se sentirem de bem diante do espelho. Tendo em vista a vaidade das brasileiras, as empresas do ramo investem em pesquisas de novos produtos e tratamentos. Dos fios dos cabelos às unhas dos pés, há tratamento estético para tudo.
Presente em oito estados brasileiros, a clínica Onodera traz novidades para as interessadas. A aposta do momento é o equipamento conhecido como Powershape, que promete melhorar o aspecto da celulite, diminuir gordura localizada e tratar a flacidez, por meio de ondas de radiofrequencia, laser e endermologia.
O tratamento chegou em Bauru em outubro e tem sido um dos mais pedidos. Gerente da Onodera, Adriana Viviane Nakimi afirma que no verão o movimento da clínica aumenta em até 30%. E não são só os tratamentos estéticos que recebem maior procura nessa época do ano. A esteticista Sônia Aparecida Silva, 49, que trabalha com depilação, chega a atender oito clientes por dia nos meses de calor. Nas outras épocas do ano, a média é de cinco.
Trabalhando com estética há 10 anos, Sônia percebe que o mercado está em expansão. "A procura tem aumentado."
E as clientes desse segmento são exigentes. Tatiana lê revistas especializadas, pesquisa pela internet e questiona sobre as novidades. “Já perguntei sobre tratamentos que ainda não haviam chegado na clínica”, conta.
Na Onodera, os tratamentos corporais mais procurados são as massagens corporais (relaxante, modeladora e drenagem), seguidas do Powershape e da depilação a laser. Para o rosto, a limpeza de pele com peeling de cristal vem no topo da lista, em segundo lugar fica o laser facial e em terceiro os tratamentos médicos faciais.
Barba, cabelo, bigodeAdriana e Sônia revelam: não são só as mulheres que movimentam os salões de beleza e centros de estética. “De dois anos pra cá, os homens começaram a nos procurar”, conta Adriana.
E o que eles procuram? “Principalmente depilação a laser”, diz a gerente.
Além de vaidade, os rapazes têm mostrado coragem: para se livrar dos pelos estão dispostos a enfrentar até a temida dor da depilação com cera quente. “Não só o mercado feminino cresceu, mas o masculino também. Os homens procuram para depilar peito, costas e braço”, afirma Sônia.
Enquanto a faixa etária da maioria das mulheres que frequentam os centros de estética gira em torno dos 35 aos 45 anos, dos homens vai dos 30 aos 38. “São homens que já estão há um tempo no mercado de trabalho, tem uma certa estabilidade e podem gastar com estética”, avalia Adriana.

Mercado movimenta bilhões

Pessoas em busca da aparência perfeita fomentam setores de fabricação e venda de cosméticos, clínicas de estética e de cirurgia plástica

Diz a mitologia que Narciso acha feio o que não é espelho. Então, nada melhor do que dar uma mãozinha ao espelho cuidando da beleza. A procura pela perfeição, corpo, rosto e cabelo bonitos movimenta mais do que pessoas, fomenta indústrias, empresas e serviços que trabalham para encontrar uma fórmula secreta da juventude eterna, ou pelo menos da boa aparência. O mercado da beleza gira bilhões todos os anos. Somente na fabricação de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, R$ 24,9 bilhões foram comercializados em 2009 e expectativa é de que o mercado cresça em torno de 10% a cada ano, segundo estatísticas da Associação Brasileira de Indústria de Produtos de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), que não possui dados detalhados por unidade da federação. Todo esse movimento é resultado da melhoria na renda dos trabalhadores.
Mas a busca pela beleza não se restringe a produtos, envolve serviços e profissionais cada vez mais especializados. De médicos a vendedores de artigos para tratamento de corpo e cabelo, todos precisam estar atentos às novidades e possibilidades para cada tipo de desejo e perfil de cliente. Na Solução Cosméticos, em Cuiabá, os promotores de vendas só vão para as lojas depois de passar pelo menos 30 dias em capacitação. Além disso, os profissionais fazem atualizações e cursos oferecidos pelos próprios fabricantes. O administrador da rede, que conta com 10 unidades, Afonso Pimenta, explica que os clientes são exigentes e não se pode admitir a venda incorreta ou recomendação equivocada porque compromete a aparência. "A clientela está por dentro de todas as novidades e procuram o produto certo para o seu tipo de pele ou cabelo. Imagine se recomendamos o produto errado?". Segundo Pimenta, o setor de coloração de cabelos é que tem a venda garantida e o tíquete médio gasto pelos clientes está entre R$ 40 e R$ 80.
Na clínica Ki Life a maior procura é por tratamentos vendidos em pacotes, ou seja, as pacientes pagam por um conjunto de procedimentos. A administradora da clínica, Jassanã Coutinho, explica que as intervenções para redução de medidas e de celulite são as mais vendidas e que não são só mulheres que vão à clínica. "Podemos dizer que a procura masculina aumentou 50% e cresce mais do que o movimento feminino. Os homens estão mais vaidosos e fazem tratamento para tudo, de gordura localizada a rejuvenescimento".
Para a esteticista Graciela Kardia Hirasaka o interesse pela profissão foi independente das expectativas de mercado. "Sempre gostei. Fui para o Japão e decidi frequentar a Escola Internacional de Estética e percebi que realmente era o que eu queria". De volta ao Brasil, ela dá continuidade aos estudos e trabalha em uma clínica em que atende por volta de 30 pessoas semanalmente. "O mercado é muito bom. Todo mundo quer ter uma boa aparência, podemos dizer que é uma "futilidade" necessária".
Futilidade não é bem o conceito que Sofia Lopes* aplica para o interesse em se cuidar. Segundo a veterinária, o desembolso é um investimento e o tempo gasto também é um momento de relaxamento. "Faço massagem diariamente para redução de medidas. As unhas são tratadas toda semana e uma vez por mês vou ao cabeleireiro", revela Sofia ao comentar que no final do mês os cuidados custam aproximadamente R$ 650, sem contabilizar os cremes e a cauterização capilar feita a cada 3 meses.
Porém, o corpo ideal pode extrapolar os limites dos cosméticos e dos serviços oferecidos nas clínicas e spas e muitas pessoas recorrem às intervenções cirúrgicas para alcançar a beleza almejada. Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) realizada em 2008 aponta que 73% das cirurgias são plásticas/estéticas e que as demais são reparadoras/restauradoras. Na clínica de Jubert Sanches Cibantos Filho quase todos os procedimentos são voltados para plásticas com objetivo estético. "Não é a média do país, mas no meu caso, 99% das pacientes procuram por intervenções plásticas. Muito raramente há demanda por reparadoras". A colocação de prótese de silicone nos seios é o serviço mais procurado, seguido da lipoaspiração. As plásticas na face, como de pálpebra, nariz e orelha têm menos incidências". Ao todo são cerca de 20 cirurgias por mês.
A estudante Mariana Sousa* aumentou o tamanho da mama em novembro passado e segundo a jovem de 22 anos, o resultado foi ótimo e ela faria de novo se fosse necessário. "Por enquanto sou nova, mas se precisar mais tarde faço outra cirurgia. O resultado dessa me agradou muito, não tive problemas e a recuperação foi muito boa". Mariana pesquisou em várias clínicas e pagou R$ 8,5 mil pela mudança no visual.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Parceria com as escolas de estética

Informamos que a Metal Solution do Brasil está com uma parceria com as escolas de estéticas. Caso seja aluno ou conhecido de uma escola, poderá sugerir que se cadastre.

    As escolas cadastradas terão benefícios e receberão os cupons para distribuir aos alunos, que dará direito à 10% de desconto na compra de qualquer produto do site: http://www.metalsolution.com.br/
Não perca tempo, corra atrás desta promoção!

Bambuterapia é ótima técnica para relaxar e modelar o corpo

Dentre tantas técnicas de massagem e relaxamento, a Bambuterapia tem se destacado e feito sucesso entre as brasileiras. A técnica originária da França utiliza bambus como recurso massageador e já conquistou espaço no nosso país.
A massagem com bambus é uma ótima conduta terapêutica nos tratamentos de celulite, flacidez e gordura localizada, pois estimula as glândulas, agindo de forma modeladora, drenante, relaxante, tonificante e energética.
Além disso, a técnica trabalha corpo e mente. Através do uso de bambus de diferentes tamanhos, que mudam de acordo com a parte do corpo, são realizadas manobras que relaxam e reduzem a tensão.